Quarto Domingo do Tempo Comum

O Profeta Não é Agradável

Profeta não repete o que todos deveriam estar cansados de ouvir. O profeta vê o que outros não veem, testemunha o que Deus vê e como Deus vê a realidade. Não fala em seu nome , e sim em nome de Deus – por isso é profeta. Mas o Mercado não admite contestação, não admite que se fuja do pensamento único. Não quer testemunho de outra verdade que não seja a sua. O profeta, além disso, está sempre em sua terra, qualquer lugar é sua pátria, porque a verdade de Deus não tem pátria.

O profeta não é bem recebido em sua pátria e em lugar nenhum, porque qualquer lugar é pátria sua.

O “Poder” de Jesus

Jeremias 1,4-5; 17-19 – A missão controvertida do profeta – Jeremias se torna profeta jovem ainda, não por sua vontade, mas porque Deus o quer. Experimenta quanto custa ser “a boca de Deus”. Porém, mais temível seria fugir da missão de Deus do que, com sua força, enfrentar a oposição dos homens. Is 49,1.5; 50,4-5.

1 Corintios 12,31-13,13 – A caridade , dom maior e permanente – Em Corínto , os diversos carismas causavam discórdia. Por isso, Paulo canta a grandeza do dom que deve ser o de todos e que supera todos os carismas: a caridade. Ela dá valor a todo o resto. Ela é a medida do ser cristão. Ela supera até a fé e a esperança, pois ela permanece mesmo na consumação daquilo que esperamos – 1 Jo 4,7-8; Mt 17,20.

Lucas 4,21-30 – A rejeição de Jesus em Nazaré – Não só no evangelizar os pobres”, a pregação de Jesus em Nazaré cumpre a Escritura e traga um programa , mas também na rejeição do profeta , prenúncio da rejeição final pelo judaísmo e da proclamação do Evangelho para todos os povos. A palavra de Jesus exige decisão. É para acabar ou deixar. Quando se recusa , ela passa – Mt 13,54-56; Mc 6,1-6

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