Sexto Domingo da Páscoa

O Espírito Santo: memória das ações de Jesus

As comunidades cristãs se reúnem para celebrar o memorial da morte e ressurreição de Jesus. Na Oração Eucarística pedimos que o Pai envie o Espírito Santo sobre as nossas ofertas, a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. Pedimos que, pela ação do Espírito, a Igreja se torne sempre mais unida e anuncie ao mundo inteiro o projeto divino e vida para todos.

Na celebração eucarística escutamos a Palavra de Deus. O Espírito irá nos ensinar e lembrar tudo o que Jesus disse (evangelho); irá iluminar os desafios pastorais que enfrentamos (I leitura); orientará as comunidades cristãs, a fim de que transformemos esta sociedade corrupta e violenta em Nova Jerusalém, esposa do Cordeiro (II leitura).

Atos 15,1-2.22-29 – Concílio de Jerusalém  – Conversão de Cornélio (At 10), atividade de Paulo e Barnabé (At 13-14): o dedicado problema da jovem Igreja, da admissão dos pagãos, sem que pelo judaísmo (circuncisão, Lei) (15,5). O “Concilio dos Apóstolos”vê com clareza que não  a Lei, mas Cristo é que salva. Todavia, recomenda certas normas práticas para que não sejam feridas as sensibilidades específicas dos cristãos vindos do judaísmo; pois é para a fraternidade que Jesus nos salvou – 15,1-2 . Gl 2,11-14

Apocalipse 21,10-14.22-23 – Esplendor da nova Jerusalém – A nova Jerusalém, vista pelo visionário, é, como a Igreja, fundada sobre a alicerce dos Apóstolos e dos Profetas (A e NT). Ela é totalmente diferente do mundo que conhecemos agora: ela é santa, repleta de presença de Deus e do Cordeiro. A esta realidade deve aspirar a História que fazemos – 20,10-14. Ez 40,2.

João 14,23-29 – A inabitação de Cristo e de Deus em nós e a “memória”do Espírito – A presença de Cristo e Deus na comunidade (II leitura) vale já, se realizamos em nossa vida a palavra de Cristo. O Espírito no-la há de lembrar. Como “recordação”no mundo: comunhão permanente com ele . 14, 23-24. Rm 5,1

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