Vigésimo Oitavo Domingo do Tempo Comum

A fé que salva os marginalizados

Nossas comunidades são um espaço onde Deus da vida se manifesta. Não nos reunimos para “pagar graças” , e sim para celebrar o Deus que dá gratuitamente a vida para todos. Por isso celebramos a Eucaristia, a ação de graças pelo amor de Deus manifestado até à entrega do seu Filho por nós.

Nesta celebração clamamos com fé e esperança contra todas as formas de marginalização que nos cercam, na certeza de que o Deus libertador caminha conosco fazendo história. E comemoramos desde já as pequenas ou grandes vitórias que vão fazendo acontecer o Reino de Deus entre nós. Na Eucaristia celebramos o memorial da vitória de Cristo e dos cristãos: Lembramo-nos de Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos… Se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele ficamos firmes, com ele reinaremos.

2 Reis 5,14-17 : Uma terra onde se manifesta o Deus da vida.   Trata-se de listas enciclopédicas, muito comuns no Egito, onde se fazia a classificação das ciências tanto do mundo vegetal, como animal, e outros. É uma espécie de elenco precursor das nossas modernas enciclopédias .O período de paz reinante permite que Salomão faça aliança com nações vizinhas e projete a realização de obras faraônicas.

Lucas 17, 11-19 : A fé que salva os marginalizados.  O ponto alto da narrativa é a fé do samaritano. É fé madura: nasce da esperança (vv. 12-13), cresce na obediência à palavra de Jesus (v. 14) e se manifesta na gratidão (v. 16). Com isso, ele não só recebe a cura, mas é salvo. Sua vida chega à plenitude, ao reconhecer que em Jesus o amor de Deus leva os homens a viver na alegria da gratidão. A vida que Deus dá em Jesus Cristo é gratuita, é graça.

2 Timóteo 2, 8-13 : Convicções e prática dos cristãos . Timóteo é convidado a viver como testemunha da ressurreição. A seguir, é recordado um hino batismal (vv. 11-13): neste se afirma o compromisso com uma prática que seja coerente com a fé recebida.

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